segunda-feira, 11 de abril de 2016

O FILHO DO CARPINTEIRO

Marcos, Mateus e Lucas, capítulos 10; 20; 18, revelam a Jesus de Nazaré como o Filho do homem e líder, seguido por multidão de pobres trabalhadores, camponeses, doentes, mulheres e crianças.
 Os doutores da lei, os fariseus e autoridades que buscam riquezas, a fim de fundamentar o poder, não suportam o sucesso popular“do carpinteiro”(Mc.6, 3) fazendo o bem e repartindo as riquezas para a população ( Gn,13,2,). Estando em Jerusalém é acusado de agitador, preso, torturado e crucificado pelos doutores da lei e sacerdotes do templo, mas ressuscitou.
Estes fatos, acontecidos milhares de anos atrás, vemos que se atualizam com novos métodos aqui, no Brasil e, nos países, onde os trabalhadores, pobres, camponeses, imigrantes são perseguidos, presos, deportados e mortos.
Os fiéis que são os filhos do homem atuais e que começam ter bens para sobreviver e louvar ao Pai, são acusados, perseguidos e presos e até mortos pelos doutores da lei, sacerdotes e escrivãs que interpretam os princípios bíblicos e jurídicos somente para acumular riquezas e poder pessoal. Foi para isso que no século XVI se criaram os Estados para assegurar o poder dos que usurparam os bens da natureza e cultura. 
 Os Estados modernos criaram a sociedade capitalista. Não como dom de Deus, mas como acumulação brutal de capital- dinheiro-. Esta sociedade encaminha-se para o caos total. Quando a riqueza se acumula para poucos, desaparece o Reino de Deus e se instala do reino dos ladrões ( Lc. 11, 17)
A fé dos filhos do homem se unem no amor para recriar a sociedade do Reino de Deus, onde todos os filhos são convidados para o banquete da vida, sem exceção. O amor é inclusivo, porém aberto!



terça-feira, 29 de março de 2016

SONHO E REALIDADE

Sonhei um vasto campo, lotado de homens, mulheres e crianças, esfarrapados. Escoltados por soldados, fortamente armados e batendo a multidão que avanza no conflito.
Mesmo dormindo, sabia que a multidão reprimida era formada por pobres trabalhadores, camponeses e classes divertentes do sistema social atual, sustentado pelas instituições civís, militares e eclesiásticas, representantes das classes hegemônicas e repressoras do povo trabalhador. No sonho lembrei a divisão entre patrões e trabalhadores que configuram as nasções em que vivi de criança. A guerra civil espanhola do 36 era o conflito entre os republicanos, de um lado, em geral trabalhadores ; do outro lado, militares, aristocratas, patrões e religiosos. Trágica visão da sociedade de classes. Da guerra civil, as imagens pulavam á realidade do II Guerra Mundial, conflito entre pobres e ricos, sob as ideologias do capitalismo, comunismo, fascismo e nacismo.
No sonho, essas visões de perseguição aos pobres e trabalhadores me transladavam para a realidade que vive hoje o Brasil. Corporações judiciais e policiais perseguindo os trabalhadores e seus seguidores, sem julgandomento. Só por serem de partido diferente aos dos partidos dos ricos.  O PIG, partido da imprensa golpista, volta a tática, já usada noutras oportunidades adversas aos intreresses dos ricos. A lorota da corrupção se arremessa ao partido que governa, antes foi o PRN, hoje PT, dos pobres. Os ricos e poderosos aparentenmente limpos, puros, tão puros que ninguém vê. Os juízes, como sempre, estão a favor dos ricos. Os juízes são idénticos aos juízes dos jogos de futebol. Atrapalham o jogo, quase sempre e os torcedores saem revoltados. O mesmo está acontecendo nesse pais maravilhoso. O povo está envenenado pelo PIG. Se esperam, infelizmente cadáveres. O golpe já opera, usando o Impeachement previsto na Constituição. Os partidos da ultra direita insistem em que os juízes são imparciais. Alguém, por favor, me quer dizer onde existe realmente a imparcialidade?
A imparcialidade é um desejo. A sujetividade dirige todo comportamento humano, além das “ideias arranjadas” diria Rosa.
No sonho, vivi toda a longa vida e devo confessar que, infelizmente pouco  mudou. Vim ao Brasil, mandado pela Igreja Católica, junto  com muitos jovens crentes para liberar o Brasil dos comunistas. Na ditadura fui preso e perseguido, porque trabalhava com camponeses, operários, domésticas e minhas aulas colocavam as barbas de molho dos bons e poderosos cidadãos e seus algozes.
Como anunciou o Jornal do Brasil, no dia 18 de abril de 1964, mostrando minha foto e a do colega: “ Inocentes úteis”.
Realmente fomos inocentes úteis ao capital mundial. Depois de 54 anos de Brasil, percebo que o perigo desse país nunca foi o comunismo e, sim o capitalismo, apoiado como sempre pelas classes dominantes e religiosos, com raras e boas excepções. O sonho me revela a maldade submersa desse nobre país. Deus ajude o Brasil!


segunda-feira, 21 de março de 2016

POLÍTICA, MAIOR CARIDADE

A política, como ensina o Papa Francisco, é a primeira virtude da caridade; dar sem esperar retorno. É ato religioso, por isso é virtude.
A política que é a virtude de servir  e aumentar os bens essenciais a vida pessoal , familiar e comunitária. Esse objetivo é que faz que os cidadãos sustentem os governos municipais, estaduais e federais ou tribais. Esse anséio ancestral também se degenerou pela ambição de pessoas escolhidas, de muitas formas, para gerenciar os bens das comunidades do Planeta. A história, mestre da razão, mostra como, de fato, esse objetivo ainda está por vir. Cada dia entendo mais os anarquistas!
O conhecido e bem intencionado economista inglés Adam Smith a fim de conseguir que a política econômica fosse justa para todos, sem excepção, inventou a fórmula “ da mão invisível”. Essa mão invisível, de modo natural, repartiria os impostos pagos pela comunidade trabalhadora para que nenhum membro deixasse de receber os bens essencial a vida. Dois séculos depois ninguém viu essa mão. Evidente é invisível e inútil. A política econômica do liberalismo só favorece os mais ricos, por isso, poderosos.
Hoje, no Brasil, os adeptos da mão invisível do neoliberalismo, empressários, banqueiros, comerciantes, igrejas e militares, imprensas usam e abussam da “mão bem visível” do poder econômico , judicial e militar para excluir dos bens essenciais aos governos populares que tentam fazer chegar os bens esenciais a vida a todos os cidadãos das comunidades. A classe liberal, apoiada aos militares, de sempre, objetiva, a custo do desrespeito descarado as justiças, a impor normas e leis que oprimem os moradores das periferias e a reserva de mão- de- obra que espera trabalhar para viver humanamente.
Um colega discutia, vehementemente, que a lei é feita para os burros. Pois quando não querem andar, apanham. O amor jamais precisa lei, nem normas, porque age por convicção e bondade natural. E a Bíblia, livro precursor da cultura ocidenhtal, ensina que a lei mata e o amor liberta.( Romanos, 2, 17-24)
Hoje, como observou, o ex-presidente Felipe Gonzalez, em palestra recente no Brasil e na entrevista no jornal El Pais e o ex- governador de São Paulo Cláudio Lembo “ o Brasil está em vias de entrar num governo de juízes, já está”. Significa que se pode cair no imperio da lei aque bate só aos burros.


domingo, 13 de março de 2016

O PAPA CONTRA OS FARISEUS DE HOJE

O título desse blog emerge dos ensinamentos de Jesus, presentes em Marcos, capítulo 8, versículos 15 e, ademais, se reafirma nos evangelho de Mateus e de Lucas.
Todos conhecemos o nome de Jesus. Apreendemos que é o Deus, feito carne. Que é o caho, a verdade e a vida e, sobretudo, o libertador dos limitações e contradições humanas.
Entre os católicos, maioria de fiéis do ocidente, o Papa é o representante de Jesus aqui, entre nós. De acordo?
O leitor poderá ou não aceitar essa crenca ancestral. Mas é um esninamento a mais da tradição histórica. O Papa Francisco, há poucos meses, pronunciou um discurso, via internet, aos professores católicos do mundo, reunidos num encontro , precisamente, na cidade de São Paulo, cidade que leva o nome do apóstolo Paulo. No discurso, o Papa recomendou que os professores católicos devem deixar de ser fariseus que são aqueles que falam ensinamentos, dão normas, estabelecem leis e eles não cumprem nenhuma. O dicionário de António Houaiss define fariseu como pessoa orgulhosa e hipócrita.
Esse ensinamento de Jesus e, hoje, do Papa Francisco qualifica o espetáculo que um grupo de advogados, no Brasil, tidos como doutores, deram numa entrevista pública e por televisão nacional privada, repetida várias vezes  durantes o dia 10 de março e seguro  que se repitirá mais vezes. Tal vez será a primeira vez na história da humanidade que advogados públicos anunciam a culpabilidade de uma pessoa que, até o momento, é amada e seguida por multidão de brasileiros e até por extrangeiros. Coisa parecida parece que acontece com um grupo de doutores do Estado de Paraná.
Prestem atenção, leitores, quando Jesus alertou os amigos para que se afastassem dos fariseus, dos hipócritas, dos doutores, Jesus era conhecido como um operário, um homem do povo de uma cidade pequena. E esse era o motivo dos fariseus e doutores perseguirem a Jesus. Como pode um operário ensinar e ser melhor e mais amando que um doutor burgués. Jamais!
Desde o ano 2013, poucos dias antes da visita do Papa Francisco ao Brasil, primeira viagem ao exterior de Francisco, o país mais católico, numéricamente, asiste, a execução bem planejada de ações públicas contra as autoriades legitimamente constituidas do Estado do Brasil, com cobertura, ostensiva da imprensa privada do país e do estrangeiro, sobretudo EEUU e UE.
Estas ações se repetiam em 2014, antes e durante os jogos mundiais do esporte mais popular do mundo: futebol.
Em outubro de 2014 se celebraram umas disputadas e violentas eleições presidenciais que foram ganhas, mais uma vez, pelo partido dos trabalhadores, o PT.
A partir desse fato intensificaram-se denuncias, sem provas, aos membros e dirigentes dos partidos trabalhistas e até iniciaram uma série de prisões preventivas e, para os dirigentes mais famosos, definitivas. Condenações sem julgamento legal normal. Só em delações premiadas. Popularmente conhecidas como “dedo duros”. No estado de são Paulo, Paraná, estados economicamente desenvolvidos, se destacaram e se destacam jovens advogados aplicando leis, procesos judiciais e prendendo, sobretudo membros dos trabalhadores. Excepcionalmente também se condenaram alguns membros dos partidos políticos da direita, porém sem estardalhaço da mídia, com se fez no dia 10 de março e, alias, durante a execução desse plano de afastar definitivamente do governo a os trabalhadores e aos pobres.
A ação dos advogados, doutores, é implacável. Eles são os donos da verdade, do bem, do bom, e do poder. Manipulam a lei, ao seu sabor.Nada se prova, mas se condena, humilha e aniquilam. Um ministro do STF e outros advogadas, dirigentes e manifestações de líderes populares temem que esse comportamento violento contra o que será a verdade, pode levar a produzir até cadáveres. Aliás os donos do poder adoram cadáveres, pois seguem a norma de que “ quanto pior melhor”.  
Ja vimos esses filmes do terror americano!

Essa geração de doutores da lei não se envergonham de aplicar a lei e a juridisção subjetiva aos trabalhadores. Os defraudadores e corruptos o povo, nem liga, pois sabe que a lei só cae sobre ladrões de galinhas.  Jesus adverte no capítulo acima citado que “ quem quiser ganhar tudo,tudo perderá ”.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

OBRAS SÃO AMORES

Dona Rita era uma jovem vizinha, grávida do primeiro filho. Problemas somatológicos e sociais colocaram a dona Rita a seguinte opção: escolher entre salvar o filho ou a morte dela.Os médicos davam essa solução salomônica. Dona Rita escolheu salvar o filho. Assisti ao seu enterro, aquí em Sete Lagoas, no cemitário da Santa Luzia. Me impressionou os fluídos coloridos que irradiava seu belo corpo. O ambiente doloroso inspirava muita paz. Durante muito tempo, ao visitar o filhinho, sentia a força da beleza da mãe dona Rita. Amor é isso, obras. O amor da mãe estava no filho!
O sr. Miguel ficou viuvo e com quatro filhos pequenos. Sua terra passava por uma das tantas crises econômicas, causa do egoismo do sistema capitalista que oprime. O sr. Miguel, deixou os filhos pequenos com os irmãos e partiu para Argentina para trabalhar como carvoeiro em Tucumã. Após 4 anos regressou com dinheiro suficiente para comprar casa na cidade natal e duas terras que pertencem a seus filhos até hoje. A família do senhor Miguel, até hoje, vive com harmonia e solidariedade que edifica todos os que os conhecem. O senhor Miguel era analfabeto. Mais um fato de que a educação e o bom caráter jamais se ensina nas escolas de sistema nenhum.Mera falacia.
O senhor Antonio, morador de Sete Lagoas, já idoso, porém com muita saúde, aparentemente, junto com sua esposa, também idosa, cuidam com carinho e respeito sagrado aos netos e netinhos que seus filhos deixam na casa dos avós para irem ao trabalho. Os avós, com paciência e alegria cuidam dos menores, dão comida, brincam, e levam os que já estão na escola, ao ônibus escolar e os recebem na volta, cuidando deles até seus país retornarem.
Na paciência, generosidade e bondade desses avós , quanta sabedoria manifestam para os vizinhos e para os mesmos familiares!
Será que alguma escola comunica más sabedoria que a que se apalpa nesses fatos?
Além desses fatos conhecidos, temos os fatos de amor escritos em romances, em histórias e lendas.
O escritor, político e médico Guimarães Rosa no romance Grande Sertão: Veredas observa nos fatos contados por Riobaldo nas suas andanças pelo sertão o que sucedeu na terra florescida de São  Josezinho da Serra, “onde estava assistido Nhorinhá, namorã, que recebia todos, ficava lá, era bonita, era a que era clara, com os olhos tão dela mesma...E os homens, porfiados,  gostavam de gozar com essa melhora de inocência. Então, se ela não tinha valia, como é que era de tantos homens?( Rosa, 1986:458)
Da sabedoria do amor paixão, descrita poeticamente por Rosa, passemos ao amor perdão dos males da gente.
No Evangelho de Lucas, 7. 47-48 Jesus disse a pecadora que chorava emocionada aos seus pés: - “Porque muito amou, lhe perdou os pecados. A quem menos se perdoa , menos ama”. Amor sem obras é egoismo. O amor é misericordioso.



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

PEDIR JUSTIÇA É LOUCURA

Os filósofos, escritores e cientistas de nosso meio cultural, como Guimarães Rosa, Darci Ribeiro, Paulo Freire, Paulo Henrique Amorim, Leonardo Boff e tantos outros descrevem que aquele que clama e tenta fazer justiça e viver o amor no nosso mundo é um louco e todos são tratados como loucos, desde Jesus de Nazaré, passando por Dom Quixote, Riobaldo e, sem dúvida, agora por esse escritor que defende justiça e amor.
Clamar por justiça e por amor é uma tendência natural do ser humano e de todos os seres criados. A tendência natural a justiça e ao amor para todos se fundamenta no princípio, também natural, da liberdade. Justiça, amor e liberdade se relacionam e complementam. Sem liberdade não pode existir justiça, nem amor, assim como sem justiça não há liberdade e muito menos amor. Amor e justiça são dons, bens naturais. Não se encontram no mercado do consumo capitalista falido, fodido. Os direitos humanos são universais. São para todos ou para ninguém.Nascemos livres e para poder viver livres se necessita justiça. O ideal ou a utopia da liberdade e da justiça deve estar relacionada aos fatos reais, objetivos e, aqui é que se topa com a grande dificuldade: unir o ideal ao real. Se precisa a sabedoria da escuta do outro e o entendimento mutuo. Aqui entra o amor. O Papa Francisco ao abrasar e iniciar o encontro com o Patriarca Cirilo da Rússia, depois de 1056 anos de brigas e injustiças, mostrou como é a sabedoria do encontro para conhecer o real dos fatos e fazer justiça sem tirar a liberdade, nem o amor que se abre ao outro pela escuta.
No desastre ecológico de Mariana até agora não existe justiça e muito menos amor. Até esse comentário nada real aconteceu em favor de Mariana, Minas, Espírito Santo e o mar Atlântico. As poderosas empresas Vale e Cia. querem convencer os governos respectivos de que o desastre foi responsabilidade de fenômenos naturais que nada tema ver com as poderosas empresas transnacionais, vendidas a preso de chuchu pelos governos de anos atrás( Nada a ver com PT). Há 12 anos que Minas e Espírito Santo não são governados pela PT. Se fosse o PT o MP e PF já teria algum culpado na cadeia. Os governos da direita, por natureza divina, são isentos de todo pecado, aqui na terra como no céu. 
Passa da hora de ouvir as vítimas do desastre que ainda sofrem na carne e na alma a avalanche do barro e detritos que só as empresas capitalistas sabem despejar sobre o povo trabalhador.
A sabedoria está em saber estar abertos também as vítimas. O filósofo e escritor Rubens Alves, ensina que somente a ostra aberta é que se torna uma pérola. Somente as pessoas abertas a escuta dos outros se tornam pérolas de paz pela justiça e amor livre. Vamos esperar sentados.




segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

UMA DISCUSSÃO SOBRE MARIANA

Quando ia entrar no taxi para regressar a casa, levando as compras feitas no Verdemar do Diamond Mal, bairro Lourdes, ontem ao meiodia, dia 12 de fevereiro, pedi ao taxista que esperasse uns minutos. Aceitou. Imediatamente fui conversar com duas moças brancas uniformizadas dos sinais do organização mundial do Greenpeace, defensores do meio ambiente. Com modos civilizados solicitei uma informação as duas moças.
- Por favor, podem me explicar por que sua organização mundial em defesa do meio ambiente até agora, que eu tenha conhecimento, não fizeram quase nenhum movimento eficiente em defesa do meio ambiente arrasado pelo previsto rompimento das represas de detritos minerais retidos pelas empresas Samarco, do grupo da poderosa Vale, hoje privatizada?
As duas moças asseguraram que sua organização tenha se manifestado.
Respondi, incrédulo.
- Muito raro. Em outros desastres ecológicos ocorridos em outras partes do planeta já vi, li, e admirei a indignação, o protesto e as ações feitas em defesa do meio ambiente. Mas sobre o desastre e as mortes em povoados de Mariana, Minas, Espírito Santo e mar Atlántico, apesar de estar investigando nos jornais, revistas, internet e demais meios informativos não pude perceber alguma ação ostemtosa em defesa desses desastres do Brasil.
Aliás não só a Greenpeace parece omisa até agora, mas também os políticos dos partidos verdes e outros movimentos em defesa da ecologia do ambiente natural pouco se tem percebido.
Até esse momento a informação de grupos que defendem a natureza por vocação não foi percebida.
O Ministerio Público dos Estados, cidades afetadas e da Federação se organizam para que os responsáveis do desastre ecológico e humano sejam instados a reparar os danos causados e a responder pelos danos imposíveis de reparar como as mortes anunciadas.

Os meios de comunicação do Brasil também pouco notificam sobre a situação ambiental e humana, devida ao desastre de Mariana.