Entendo os desejos das pessoas nessa data da virada do ano convencional. Nesse fato social se revelam as ideias arranjadas que se encarnam na mente da gente e que é difícil de mudar. O ano muda, porque o Planeta Terra inicia nova volta ao redor do rei astro do sol, fonte da vida dos planetas e dos seres vivos existentes, presentes e ocultos. A ma~e natureza também muda ao virar todo dia sobre se mesma e namorar o sol.
Agora, mudar a mente das pessoas nem o ano, nem , as vezes, a vida toda consegue a mudança.
Um jornal internacional coloca uma charge em que mostra o Planeta Terra e as mãos dos adivinhos que profetizam o que mudará no ano 2015. A charge afirma em negro que nada, nada mudará. Os donos do sistema comandam as mentes da humanidade que entra no dança dos mercado de consumo até o horror de sacrifícios vistos a toda hora, mas acostumados. 2015 nada, nada mudará socialmente.
A mídia ás ordens do mercado formará a opinião do povo, os bancos forçarão inflação, deflação e e toda ação que favorece o aumento de capital, mesmo com morte de milhões de pessoas, sobretudo pobres. Os militares apoiarão os empresários, os ruralistas e as igrejas na missão de manipular a população enlouquecida.
2015, infelizmente, nada mudará. Faço votos de que esteja equivocado.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
domingo, 21 de dezembro de 2014
IMAGEM,SINAIS DO ANO 2014
Os
cientistas sociais da famosa universidade inglesa de Oxford informam ao mundo
dos humanos que a palavra que determinaria o que foi o ano 2014
poderiam ser várias. Os pesquisadores escolheram a significativa palavra
CULTURA.
Ao
ler , nesses dias finais do ano, essa informação internacional, fiquei admirado
e, depois de refletir um tempo, penso que entendi a escolha.
O
recente invento do aplicativo cibernético Wahats App pela aceitação mundial do
mercado estava cotada para ser a palavra que definiria o que foi mais saliente
e marcante do ano 2014, porém os cientistas de Oxford, optaram pela palavra
CULTURA.
Por
que?
Porque
a palavra cultura contém todos os inventos, acontecimentos e respostas a magia
da realidade que muda devagar mais muda.
A
população pode, sem dúvida, não entender esse conceito tão repetido, porque as
pessoas costumam entender aquilo que lhes agrade e satisfaz e aquilo que os
desabona fortemente.
O
invento eletrônico do Wahats App é aceito e adquirido e gozado pelos moradores
de todos as cidades do Planeta. É fenômeno. Conheço crianças de dois anos que
já se passam o tempo brincando nesse aplicativos e em outros acessórios do
mesmo produto.
Quando
era criança o primeiro gesto que me ensinaram na família, escola e comunidades
era uma oração. Hoje é pegar o celular que já fica na cama e começa o dia
fitando a telinha.Nada da luz do novo dia, nem revista de quadrinhos, nem um
conto. Não. É o celular adaptado. A última atividade do dia é dormir com o
celular na mão, como o brinquedo ou livro anos atrás.
Esse
produto aceito pelo mercado mundial e consumido pela população como a bebida
resulta um exemplo fantástico do que seja a bela e significativa palavra
cultura e se entende por que foi escolhida como a palavra que defina o ano.
Todo produto, fato, sucesso, fenômeno tanto material como imaterial é uma
resposta aos desafios da natureza e aos desafios da sociedade em que estamos
inseridos e interagindo.
A
cultura que forma o tecido e o corpo e alma das sociedades na evolução da
história é o sinalizador do caminho que segue a sociedade atual. A cultura
ensina que o caminho da atualidade universal é o mundo da imagem.
Vejam
como na Whats App o que mais aparece e seduze é a imagem. Vejam como as
palavras tem poucas letras. Os membros da sociedade, parece, se não houver
mudanças, se comunicarão e já se comunicam pelo celular, em imagens. O mais
incrível é que as imagens também são irreais. São virtuais. Toda imagem sempre
foi aparência. A sociedade caminha para a aparência. A sociedade atual foge de
algo mais objetivo, mais real, diríamos. A realidade é muito complicada e
incompreensível. A aparência satisfaz. É como a masturbação, mas não é relação
humana entre seres humanos, nem muito menos amor. Amor é, além de satisfação,
compromisso, cuidado, colaboração diálogo e aceitação prazerosa até na
contradição, responsabilidade e intercomunicação humana real e mística.
A
cultura hoje se dirige loucamente para uma realidade virtual que se repete, se
usa, se gasta, se muda e assim vai. Quem sabe que é virtual? Poucos, mas todos
entram na virtual fugindo do real e deixando de viver a magia da realidade que
é um complexo envolvente e divisório, porem com destino e sentido. É como o
gene que define nosso comportamento humano e o de todos os seres vivos. Todos,
na realidade, somos pura genética.
Agora
podemos entender porque a educação em todo o mundo deseja mudar. A educação
tradicional, até os alunos desprezam e apreendem na telemática.
Se
podem compreender os motivos que levaram os cientistas da universidade de
Oxford a escolher a palavra CULTURA como palavra que determina a ano que está ,
aparentemente, acabando. O tempo segue. Em outras culturas o ano ainda não
acaba.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
MÁRTIR RAIMUNDO G. FIQUEIREDO
Amado aluno Raimundo,
Hoje a sua amiga de luta, para libertar o Brasil do
capitalismo, é pelo voto e esperança da população pobre Presidenta do Governo do
Brasil, já há 4 anos e foi reeleita.
Hoje 10 de dezembro a COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE,
instituída por ela anos atrás
Entregou-lhe o relatório dos fatos ocorridas na ditadura
militar-religiosa-burguesa do 64.
Não sei se entre os mais de 400 mortos e desaparecidos
durante esses 20 anos, seu nome aparece.
Sua presença está na minha alma. Vejo você, jovem de 18 anos
de joelhos ante o sacrário da capelinha improvisado do recém inaugurado
Seminário São Pio X, ainda no colégio Dom Silveiro, naquele tempo o mais
importante da cidade e região.
Na hora do recreio você era o único que ficava
rezando, meditando, estudando e ajudando os colegas. Sempre sorrindo. Sorrindo
sempre.
Em 1963 passou ao Seminário do Coração Eucarístico, hoje
PUC.MG. Lembro você, Dilma e Pimentel invadindo os terrenos do poderoso Luciano.
Claro, chegado o golpe a Igreja Oficial o abandonou. Você, convicto, não
abandonou o ideal de libertar os pobres.
Sem apoio da poderosa igreja oficial se
obrigou a refugiar-se ao PCB e entrar na guerra de guerrilhas.
Em São Paulo fugindo dos militares você se refugiou na minha
paroquia Cristo Jovem, da Lapa de Baixa, São Paulo. Você vinha acompanhado, na moita, de trabalhadores pobres feridos, seus amigos, seus irmãos, seus brasileiros de
verdade.
Eu tinha que esconder vocês das beatas e devotas da
comunidade. Não entenderiam seu ideal, como não entenderiam o Cristo
revolucionário, lutando contra o império romano, fundamento do imperialismo do
mercado atual. O bispo Dom José Thurler me apoiou nesse trabalho caritativo.
Você, seguindo os planos da guerra de guerrilhas seguia pra
Recife. Lá em 1971 foi assassinado pelos militares e pelas costas, sem defesa,
nem luta. Sua mulher Regina, foi assassinada do mesmo jeito no Rio de Janeiro.
Deixaram duas filhas de uns dois anos.
Seu exemplo de coragem e ideal segue vivo em mi e em muitos
que conheceram seus ideais humanitários, herança de seus trabalhadores e amados pais.
O povo simples e muitos de outras classes sociais lembram com carinho
e admiração de sua bondade e dedicação ao Brasil.
O Relatório entregue no dia 10/12/14 pode ser o início da
reconciliação e da pacificação dos brasileiros, como anunciou a Presidenta. O povo quer. Espero que os
poderosos e influentes também queiram. Eu quero, como sempre quis, e, por isso, optei ficar aqui até Deus querer.
Raimundo sinto você em mi, juntos com os outros colegas desaparecidos como Joaquim, Laerte e tantos outros sertanejos do Grande Sertão, VERDADE.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
EM MÃOS DOS MERCENÁRIOS
Eu sei, o leitor sabe, muita gente que, ainda pensa com ideias próprias, percebe que as pessoas, até de boa vontade somos passados pra trás, manipulados, dominados, embobados.
Acabo de ler uma livro best-seller do famoso biólogo Richard Dawkins, professor de Ciências de Oxford, Inglaterra. Este cientista afirma que a gente gosta de estórias, lendas e mitos. Sem papo na língua dize, claramente, que as pessoas gostam de ser enganadas.
Hoje, com o poder da mídia na sociedade moderna, a população nunca foi tão dominada pelos contadores de estórias e até contadores de histórias como atualmente. Um importante jornal internacional, ontem, anunciava que a já famosa boneca Fronzen que, em suas várias versões, divulga e vende o circo de Disney, é uma imitação das lendas americanas do Halloween, porém levemente dissimuladas. O sucesso comercial é assombroso. Cada boneca idiota chega a vender-se até por 1,220 dólares.
A perda não só é econômica. A perda é cultural. A população engula todo todo o que a mídia publica.Nos séculos escuros da evolução da HISTÓRIA se dizia: Roma loquta, causa finita. Hoje se diz o jornal, a teve, a internet falou, acabou.
A mídia sempre invoca o direito de expressão para se defender das burradas que estende. Com esse direito, que é justo, se tira o direito de saber da população, o direito das gentes a saber.
Saber o que?
A verdade dos fatos , pois todo boato, lenda, fantasia, safadeza da mídia temos que engolir e calar, pois chegarmos a ameaçar o poder deles virá o inferno..
Expressar ideias e pensamentos , sim
Saber a verdade dos fatos , sim.
Ser tratados como idiotas jamais, gente.
A mídia e seus donos chamam democracia ao domínio dos bancos, ruralistas, empresários, religiões, etc. Quando a população sobe ao poder começa o caos político orquestrado pela mídia, sempre fiel aos chefões atávicos, porém fortes como metralha.
Na comissão de frente do desfile do caos social estão os políticos principescos que vivem nas praias, e boates, e países de turismo da onda. São expertos que dão a cara a troco de qualquer banana de ouro ou dinamite. No caos eles mantem o refrão " quando pior melhor".
Agora, cada dia custa mais a poderosa mídia de " dar o canto do vigário".
sábado, 29 de novembro de 2014
AGITAÇÃO POPULAR
Nesses dias, antes, durante e depois das eleições 2014 observou-se que
essa mesma classe A não permitia que os governos continuassem nas mãos da
populaçã trabalhadora.
Em Europa, recentemente
presenciei e participei das eleições gerais do dia 25 de maio de 2014 para
o Parlamento Europeu, cujo resultado foi uma surpresa histórica para
a política da Europa. Os cidadãos conscientes e, já descrentes da ação
rotineira e ineficaz dos políticos dos governos da direita que atualmente
dominam Europa e dos governos de esquerda que governam algumas nações, votaram
num partido alternativo chamado Podemos. Este novo partido nasceu das
manifestações populares de dois anos atrás. Jovens de 18 a 40 anos e idosos
conscientes de que não é suficiente manifestar-se nas ruas, praças e internet
ativando os meios disponíveis e contando com a potência da moral existente na
gente da rua, se organizaram e, hoje, já formam uma força partidária na nação
espanhola e no Parlamento Europeu, provocando até grandes resistências, mas
também respostas dos partidos políticos tradicionais de direita e da esquerda
que, em geral, pressentiram a urgência de mudanças de atitudes nos governos que
comandam.
O Papa Francisco, também ante o Parlamento da EU, em Estrasburgo,
corajosamente denunciou que os poderosos grupos empresariais e de investidores,
apoiados pela mídia parcial, sequestraram a democracia no mundo. Os governos
somente se apoiam na dita legitimidade popular, mantida por instituições legais
que não mais representam a voz do povo. Suplicou para que os políticos
responsáveis provoquem mudanças radicais na sociedade capitalista que não mais
atende os interesses das populações excluídas do convívio humano. O Papa não só
falou,senão que, no catolicismo, já provocou mudanças radicais mudando comandos
poderosos, pedindo para os padres irem nas ruas e manchar-se de barro, pagando
vítimas de pedofilia e até prendendo religiosos imorais e diretores do banco do
Vaticano e deixando participar a população cristã nas questões básicas da
religião e de sociedade.
domingo, 23 de novembro de 2014
O SONHO DUM CRISTÃO
Nasci, cresci, vivi e amo a Igreja por ser comunidade de
irmãos (Atos,2, 46-47).
Com o Papa Francisco
quero uma Igreja da rua. Jamais esqueci que Igreja quer dizer comunidade, gente
comum, alegre, trabalhadora, normal que busca opções.
Quero uma Igreja onde as pessoas se conhecem, se falam, se
aceitam, se relacionam e colaboram desinteressadamente, sem buscar cargos, nem
fazer carreira.
Quero uma Igreja comprometida com os pobres, doentes,
trabalhadores, mulheres e crianças. Uma igreja que seja a casa comum. A casa de
família. Uma Igreja, como disse o Papa Francisco que não teme entrar no barro
da terra e se manchar ( João, 13,16).
Quero uma Igreja responsável de seus atos, que fala e faz.
Uma Igreja na frente dos movimentos populares. Uma Igreja que fiel a tradição,
faz o presente livre e o futuro aberto, agradável e universal.
Quero uma Igreja que incentiva mais a vida que a morte; mais
a luz que a cruz. Mais o prazer que as dores, mais os risos e cantos que os
ranger de dentes. Quero uma Igreja das bodas de Canaã, da casa de Betânia (
Marcos, 14, 3-9). Rodeada de pecadores e
Marias Magdalenas e Semaritanas, Cireneus e Joses de Nicomedes e menos
militares.
Quero uma Igreja, cuja casa de Deus seja silenciosa, pobre,
respeitada, onde as pessoas possam refletir e rezar e expor para os fiéis suas
necessidade, desejos, obras e projetos. Uma casa mais pequena que grande e mais
comunidades locais, como nos primeiros séculos do cristianismo, antes de
imperador Constantino romanizar e legalizar uma igreja institucional.
Quero uma Igreja sem chefes, nem mandões, nem autoridades,
nem juízes: “quem é o major seja o
servidor”, (João, 13, 16).
Quero uma Igreja que ajuda a encontrar ao Deus ausente, mais
presente nos irmãos e demais seres vivos que nas imagens acrílicas.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
SOU EU MESMO QUANDO PENSO
Dois colegas de Facebook se indignaram por causa de informações e piadas dirigidas a pessoas
que representam instituições, símbolos do equilíbrio social. Ora são
governantes, ora religiosos, professores, desportistas, artistas, pais de
família, trabalhadores, etc.
Informações infundadas são liberdade de expressão?
A liberdade de expressão é um direito humano
fundamental da manifestação do pensamento por meio de palavras ou gestos. Comunicar o pensamento que temos na mente e
mostrar as obras que realizamos para os amigos e outras pessoas significa uma
relação humana dignificante.
- Por que será que
existem indivíduos que se resistem a comunicação humana entre pessoas e entre
os seres vivos e vegetais?
-Na escola não
apreendemos que todos somos parentes até dos animais e plantas?
-Comunicar-se é a base de
experimentar a relação gozosa e fraternal entre os seres da natureza e até do
universo.
A ciência atual, segundo o
biólogo, professor de Oxfort Richard Dawkins, na magnífica obra A Magia da
Realidade, confirma que todos os humanos e seres existentes somos parentes e
saber essa verdade somente pode engrandecer e proporcionar bem
estar a todos.
O direito
do pensamento de expressão é um direito para todos, assim como a vida é direito
de todo ser vivente e temos que respeitá-lo. Ao comunicar nossos pensamentos e nossas obras somos também obrigados a comunicar notícias e obras reais
e verdadeiras. O direito de expressão jamais pode dar direito de falar sobre
assuntos inverídicos, improváveis. A notícia tem que ser verdadeira e provada.
Jamais boato ou manipulação danosa contra qualquer pessoa.
- Será que qualquer um de
nós, usando do direito da livre expressão, pode ir a um meio de comunicação
local, nacional e internacional e informar difamações, ou gozações sobre outras
pessoas?
Claro que não! Ninguém tem direito a difamar, nem gozar dos outros. Existem
outros meios justos de esclarecer desentendimentos e diferenças de pensamentos
e ações.
O jornalismo ético
respeita os quatro pilares que dignificam sua informação: o diálogo; a
negociação; o pacto e a inteligência. Esses pilares do moderno jornalismo devem
ser comunicados e apreendidos nas muitas escolas de comunicação existentes no
país.
Infelizmente, jornalistas
existem que se deixam seduzir pelos apelos imorais dos meios de informação que
hoje formam o quarto poder no mundo e que são responsáveis de muitos conflitos.
Não existe poder nenhum que justifique o desrespeito da pessoa humana.
A liberdade é o melhor
dom que os céus deram aos homens. Pela liberdade e pela honra se pode e deve
dar a vida. A magia da realidade que se cria está baseada no prazer dos
sentimentos de união e de amor, fundamentos da paz duradoura e viável.
Assinar:
Postagens (Atom)