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terça-feira, 22 de janeiro de 2019
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segunda-feira, 26 de junho de 2017
A VOZ DAS URNAS LIVRES
O segundo turno das
eleições gerais da França confirmou a mudança dos partidos políticos tradicionais:
o Partido Socialista e o Partido da República que governaram durante décadas na
V República francesa, inaugurada pelo general De Gaulle.
As eleições do domingo
dia 18 de junho, confirmaram a mudança e o apoio, em geral da população
francesa ao recém eleito presidente Macron, de 39 anos e que nunca foi político
profissional, nem tradicional.
O que chama a atenção
dessa eleição é a confirmação popular de mudar os tradicionais partidos
políticos de esquerda e direita e seus aliados e oposicionistas, representantes
de correntes diferentes compostos em partidos minoritárias da população. É a
primeira vez que um partido, recém
criado pelo jovem Macron( LRM) gana a
Presidência de França e a maioria absoluta no Congresso Nacional, agora
composto por políticos jovens e empresários sem experiência na política. Os
tradicionais partidos da esquerda – direita e partidos de ultradireita e
esquerda ficaram praticamente eliminados dos governos centrais.
Algo parecido aconteceu
nas eleições da Espanha, Reino Unido e até, em certo modo , nos EEUU ao eleger
o multimilionário D. Trump, esperança dos mais pobres do pais mais rico do
mundo, reforçando o populismo para conseguir e manter o poder.
Pode-se perceber que esses fatos políticos
internacionais se relacionam com o significativo refrão que apreendi, aqui, no
Brasil, quando ganha a eleição algum candidato profissional não desejado pelo
cidadão:
Nem! Os
colares mudaram, mas os cachorros são os mesmos.
Significa que os nomes
dos políticos tradicionais e monárquicos que ganharam as eleições e entraram
hoje no governo federal são idênticos aos que perderam. Mudam-se só os nomes.
Pela experiência
política coronelista implantada no Brasil, mediante o regime democrático, inaugurado
pela burguesia francesa em 1798 e copiada pelos republicanos primários
brasileiros, o refrão popular mostra uma grande sabedoria e uma enorme e total
desconfiança com os políticos que até hoje, salvo raras exceções, governaram
esse pais. O latir desses cachorros aborrece, morde, mata..
terça-feira, 2 de maio de 2017
INOCENTE ÚTIL
Dias atrás, ao passar as mercadorias pela caixa do supermercado
do bairro da cidade, fiquei de conversa com o embalador. Era um
senhor adulto. Uma figura bem popular. O assunto da conversa era o feirado do
1º de maio, quando se comemora o DIA do TRABALHADOR. O embalador
estava satisfeito pelo feriado. Não precisaria ir ao trabalho, disse.
Lembrei-lhe de que era o dia do
trabalhador.
Dei-me conta que o operário não sabia de que a folga era para
celebrar o dia internacional do trabalhador. A moça da caixa e o cliente que
vinha detrás de mim, também escutavam o papo informal, davam mostras de que
tampouco sabiam o motivo do feriado..
Este fato me confirmou o que os
trabalhadores dessa cidade, ainda que sindicalizados por obrigação e de pagar a
mensalidade ao sindicato, demostravam total ignorância do papel do trabalhador
na sociedade e da importância do sindicato comprometido com as classes.
Definitivamente, nessa cidade, os trabalhadores não formam uma corporação
comprometida com sua classe trabalhadora e unida aos demais trabalhadores da
cidade e região para assegurar as conquistas dos trabalhadores.O único
sindicato que tem uma ação mais ou menos comprometida com a classe trabalhadora
é o do sindicato dos trabalhadores da educação ( Sindte) . Os demais sindicatos
são formais, ou seja, somente para atender a burocracia das leis trabalhistas,
conforme manda o figurino do sistema capitalista até esse momento. Os
outros sindicatos estão atrelados ao sindicato dos patrões.
A mentalidade do embalador e caixeira são uma amostra da pouca
consciência de classe que tem os operários da cidade e da região. A mentalidade
que eles manifestavam era de prazer pela folga do feirado comprido de semana.
Sem dúvida é um bom motivo, pois o trabalho não é um mal em si, como a sociedade
capitalista ensina. O trabalho mostra a capacidade criadora das pessoas que,
com sua inteligência podem proporcionar mais conforto as comunidades em que
vivem..
O trabalho como obrigação é uma aberração, herança dos séculos da
escravidão dos primórdios da civilização e reforçada pelos séculos da sociedade
industrial e hoje pós-industria.
Atualmente os donos da terra, da industria, comércio e governo federal e
instituições do sistema social se unem para mudar as leis trabalhistas e todo
indica que conseguirão.
Sem uma consciência da classe resulta quase impossível tentar qualquer
mudança social que favoreça os trabalhadores e cidadãos mais pobres ou
excluídos, estimulando, assim, os conflitos que já se iniciaram em outros
estados do mundo.
Na atualidade da época
digital pouco influiria a consciência de classe de épocas passadas. Pelas
informações dos resultados de eleições do primeiro mundo e até do terceiro
mundo, quem ganha eleições são os mais ricos. O exemplo dos EEUU, elegendo um
multimilionário é um modelo bem significativo dessa nova época que passamos a
viver.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Versão 3.10.89 Pela-Sefaz--Receita Federal Atualize -Download da NF-e .404204 Data: 08/03/2017
TODAS EMPRESAS CREDENCIADAS NO AMBIENTE DE PRODUÇÃO DA SEFAZ/RECEITA FEDERAL.
Precisa Atualizadar NF-e Urgentemente pela Novas Norrmas da Receita, FISICA e JURÃDICA.
DATA: 08/03/2017
Precisa Atualizadar NF-e Urgentemente pela Novas Norrmas da Receita, FISICA e JURÃDICA.
DATA: 08/03/2017
domingo, 5 de março de 2017
-_Nota Fiscal eletrônica, coordenada pelo Receita e desenvolvida em parceria com a Receita Federal do Brasil.
O Emissor NF-e é um software desenvolvido pelo ENCAT Faca Download Obrigatorio.Data: DATA
=-=Adotar o Novo Sistema Emissor de NF-e desenvolvido pela Federal, Atualize seu Sistema NF-e em Download.
HORA:
=-=Adotar o Novo Sistema Emissor de NF-e desenvolvido pela Federal, Atualize seu Sistema NF-e em Download.
HORA:
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
DOMÍNIO DAS IDEIAS
Em 1956 até 1960, junto com jovens idealistas de toda Europa
fui a estudar ao Colégio Hispano Americano, no Campus universitário Complutense
de Madri.
Estes jovens
idealistas havíamos respondido ao apelo angustioso do Papa Pio XII que
exhortava aos jovens de Europa para irem trabalhar a América Latina para
salvá-la das ideias do comunismo que propagava o ateismo, a abolição da
propriedade privada. a igualdade entre as pessoas e a entrega do fruto do
trabalho ao Estado. Esses eram os objetivos que agruparam muitos jovens,
sedentos por fazer o bem a humanidade que corria o risco de perder a fé e a
liberdade.
Espanha vivia a dura ditadura do Franco, apoiado pela
ultra direita e a Igreja católica conservadora. A criação do Colégio Sacerdotal
Hispano Americano no Campus da Complutense era obra conjunta do Estado
Totalitário e a igreja católica europeia e americana, cuja sigla era OCSHA.
A formação dessa juventude idealista era uma educação conservadora
e controladora. Porém a contradição apareceu. O Colégio de Madri era dirigido por professores experientes e
cientistas que professavam uma educação libertadora em todas as manifestações e
atitudes humanas. O colégio era como uma comunidade de amigos. Cada aluno tinha
seu quarto e podia organizar sua vida e estudos ao seu belo prazer. As aulas
eram um debate sobre temas de filosofia, religião, sociologia, linguas, música,
política e muito esporte, praticado nos campos esportivos da imensa
universidade nacional e internacional e muita literatura e teatro. Os alunos
podíamos sair a cidade bem a vontade, dentro de horários normais. Bastava
avisar ao supervisor que também era um colega escolhido. A grande surpresa era
que as aulas de teologia não tratavam de dogmas, mas do estudo detalhado e
cronológico dos libros sagrados de Bíblia. Se podia estudar em grupos. Nas
provas escolares se podia usar os livros de texto. Nessa prática apreendi que
usar os livros para responder as questões das provas escolares era mais difícil
que responder de memória os textos estudados anteriormente. Com os textos na
mão quem não tinha estudado não conseguia encontrar as respostas certas na hora
da prova. O professor saia da aula e só voltava, ao fim da aula para recolher
os trabalhos de examem. Os alunos jamais ficavam tão atarefados!
Os professores criavam grupos de alunos para os domingos
optarem para irem a trabalhar nas favelas de Madri ou ficar no Colégio. Nesses
grupos também entravam alunos e alunas de outras faculdades da universidade e
de bairros. Esses grupos engajados com a realidade participavam dos protestos
constantes contra normas, comportamentos, perseguições e assassinatos do regime
franquista. Geralmente quando havia manifestações participávamos e corríamos
para fugir dos cascos do cavalos dos brutos soldados do regime. Colegas eram
presos e mortos.
Estes grupos seguiam os movimentos revolucionários do
planeta, dividido entre capitalistas e comunistas. Atualmente domina o grupo
capitalista fundamentalista contra outros grupos fundamentalistas religiosos.
sábado, 3 de dezembro de 2016
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